A área de automação comercial no país fechou
o ano de 2013 com crescimento de 10% em relação à 2012, com um faturamento maior
do que R$ 3 bilhões, segundo Araquen Pagotto, presidente da AFRAC.
Em 2014 as expectativas são ainda melhores por
conta da implantação da Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final (NFC-e), que será emitida
eletronicamente, podendo ser enviada até por e-mail. Há uma expectativa de R$ 1
bilhão de faturamento só em aquisições de novos pontos de venda, tanto pelos
novos negócios quanto por aqueles que poderão expandir frentes de caixa.
O varejo tem crescido entre 6% e 10% ao ano
desde 2009 e em 2014 não será diferente. O aumento de renda nas classes C e D e
a taxa de desemprego em níveis ao redor de 4,4% são fatores que fazem com que o
varejo continue criando um círculo virtuoso. A NFC-e está ganhando impulso e
mudando a realidade de automação comercial, os Estados entenderam que era
possível aperfeiçoar a legislação para beneficiar os dois lados, pois hoje além
de caro, é burocrático automatizar com hardware e software homologados.
Pelas estatísticas da Afrac, existem 2,2 milhões de
pontos de venda com automação no país, mas isso ainda representa apenas 25% dos varejistas brasileiros. Mesmo assim, a
expectativa da entidade é de que esse número se eleve para 50% das lojas nos
próximos cinco anos, e que a intenção de automatizá-las alcance até 70% dos
empresários. Ganhar tempo no caixa para liberar um cliente e atender o próximo
é somente um fragmento das possibilidades oferecidas pela automação comercial,
os empresários instalam os equipamentos que são obrigatórios por lei, mas nem
sempre estão aproveitando as informações que eles podem produzir, como tíquete
médio, horários mais fortes de vendas, correlações entre produtos e tíquete médio, ou seja, a
loja está com o caixa automatizado, mas não informatizada, e perde-se muito
quando deixam de adotar certas práticas.
“Com organização e
tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feito.” - Pitágoras
Fonte: http://www.valor.com.br





